Too Expensive For Her? Swiss Rep Apologizes To Oprah After Racist Encounter (DETAILS)


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Global Grind

The Academy Of Motion Picture Arts And Sciences Hosts An Official Academy Member Screening Of "Lee Daniels' The Butler"

Oprah Winfreyhad a Pretty Woman experience in Switzerland while shopping…and it wasn’t because she was dressed like a hooker a la Julia Roberts.

While attending the wedding of longtime friend Tina Turner, a shop assistant in Zurich refused to show O a handbag because it was “too expensive” for her.

Too expensive for the world’s richest woman, huh?

Forbes magazine estimated that Winfrey earned $77 million for the year. And so…the Swiss did the only thing they could do. Apologize.

A spokeswoman for the Swiss tourism office, Daniela Baer, told The Associated Press on Friday “we are very sorry for what happened to her. The tourism office also posted an apology on Twitter, saying, “this person acted terribly wrong.”

The Swiss must be living in the Twilight Zone or something. You don’t know Oprah and you’re racist? Not a good combo.

Source: MyFox

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PT compra vitória para diminuir pressão política.


Teoria de que Copa das Confederações foi “comprada” circula na internet

 

NeymarNeymar comemora o título da Copa das Confederações

São Paulo – A incontestável vitória da Seleção Brasileira, que derrotou a Espanha pelo placar de 3 a 0 e conquistou o tetracampeonato na Copa das Confederações, pareceu não convencer alguns torcedores. Pelas redes sociais, usuários mencionaram uma suposta fraude na competição, em que os espanhóis teriam feito um acordo para “entregar” o título ao Brasil.

De acordo com a teoria da conspiração, a vitória brasileira no estádio do Maracanã serviria para aplacar as manifestações que se espalharam pelo país. Em um texto reproduzido no Facebook, um autor anônimo afirmou que, horas antes da decisão, dirigentes espanhóis se reuniram com representantes da Fifa para combinar uma compensação

Apesar dos boatos não contarem com nenhuma prova real, essa não é a primeira vez que um título no futebol é contestado. O texto compartilhado nas redes sociais, por sinal, é muito semelhante a um divulgado após o título da França na Copa do Mundo de 1998, em que os donos da casa bateram a Seleção Brasileira pelo placar de 3 a 0.

Na ocasião, o autor da denúncia afirmou que os brasileiros se deixaram vencer após a Fifa pagar alguns milhões de dólares pela derrota. Como compensação, o Brasil seria beneficiado na Copa do Mundo de 2002, além de ganhar o direito de receber a competição futuramente.

Ex-sinônimo de pobreza, Etiópia vira aposta de investidores internacionais


Há alguns anos, a Etiópia era, para muitos, um sinônimo de crianças famintas, conflitos territoriais, falta de infraestrutura e pobreza extrema. Hoje, relatórios de consultorias de negócios pintam um cenário bastante diferente: um mercado consumidor empolgante e em expansão, uma economia que cresce a mais de 8% ao ano há uma década e um ambiente para negócios que, apesar de complexo, pode garantir taxas de retorno aos investimentos de 20% a 30%.

E a história do segundo país mais populoso da África (após a Nigéria) não é um caso isolado no continente.

Ao concentrar seis das dez economias que mais cresceram no mundo entre 2001 e 2010, segundo o FMI – e sete das que mais devem crescer até 2015 – a África tornou-se a nova menina dos olhos dos investidores, consultores e agentes do mercado.

Deixou de ser o “continente perdido” para tornar-se uma “terra de oportunidades”, a “última fronteira do capitalismo” ou mesmo “um dos futuros motores do crescimento global” – como definiu o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, neste fim de semana.

Com a mesma velocidade, países como Moçambique, Tanzânia, Angola, Nigéria, Quênia, Gana e Zâmbia, além da Etiópia, tornaram-se, para consultores e parte da mídia internacional, os chamados “leões africanos” – em referência aos “tigres asiáticos” que em poucas décadas abandonaram a pobreza para se tornar potências tecnológicas.

A transformação do discurso sobre o continente foi tão drástica que alguns começaram a colocá-lo em xeque. “Temos uma ‘nova África’ ou uma ‘nova onda’ (dos mercados)?”, questionou o jornalista e escritor Ioannis Gatsiounis, de Uganda, em um artigo para o jornal americanoThe New York Times.

Avanços

Para especialistas em África como Elsie Kanza, do World Economic Forum, e José Flávio Sombra Saraiva, da Universidade de Brasília (UNB), embora haja alguma dúvida sobre se o crescimento econômico da região é sustentável no longo prazo, não há como negar os imensos avanços dos últimos anos – nem que tais avanços de fato têm gerado amplas oportunidades de negócios.

Centro de Lagos na Nigéria: falta de infraestrutura e mão de obra qualificada são grandes desafios.

Desde 2000, o comércio entre a África e o resto do mundo aumentou 200%. O boom das commodities ajudou a impulsionar a economia de muitos países da região e a adoção de políticas macroeconômicas mais equilibradas deu algum alívio financeiro para os governos locais.

Também houve avanços na redução de conflitos e instabilidade política – apesar de a região continuar a ser uma das mais instáveis do globo.

“E os índices de pobreza começaram a cair em diversos países ao mesmo tempo em que começou-se assistir à expansão de uma classe média africana”, disse Kanza à BBC Brasil.

Acredita-se que hoje 70% dos africanos ainda vivam com menos de US$ 2 por dia. Segundo previsões da consultoria McKinsey, porém, metade da população do continente será considerada consumidora de produtos supérfluos (fazendo parte das categorias “classe média” ou “consumidores emergentes”) até 2020.

Com os avanços econômicos e políticos, não demorou para o continente atrair todo tipo de investimentos. Segundo um mapeamento do Center for Global Development, apenas a China já investiu US$ 75 bilhões no continente. E só no último ano, o mercado de captações de empresas privadas aumentou 50% em países como Nigéria e Quênia, por exemplo.

Oportunidades

Para Anthony Thunstrom, chefe do Global Africa Project (GAP), criado em 2001 pela consultoria KPMG, três fatores têm tornado o continente africano atrativo aos olhos de empresas estrangeiras.

Primeiro, a abundância de recursos naturais como petróleo e minérios – e, em menor grau, a imensa disponibilidade de terras cultiváveis no continente.

Essas são áreas de grande interesse da China, mas que também enchem os olhos de outros parceiros africanos, como o Brasil.

Países como Gana, Guiné, Moçambique, Angola, Tanzânia e Nigéria estão entre os particularmente atrativos nesse quesito.

O segundo fator está relacionado às oportunidades criadas pela necessidade dos governos locais resolverem o imenso deficit de infraestrutura africano.

“A África tem uma necessidade urgente de todo tipo de infraestrutura: estradas, hidrelétricas, sistemas de saneamento básico, etc. – o que significa muitos contratos para construtoras estrangeiras”, disse Thunstrom. à BBC Brasil.

De fato, já faz alguns anos que construtoras brasileiras tem prospectado negócios nos mais variados países da região – de Libéria e Líbia até Gana, Moçambique e Angola. E, em boa parte dos casos, elas enfrentam uma concorrência acirrada das chinesas e construtoras de outros países.

Demografia

O terceiro fator que faz a África despertar o apetite de investidores e empresas estrangeiras é a questão demográfica. A população africana deve dobrar nos próximos 40 anos – subindo de 1 para 2 bilhões.

Além disso, também está passando por um intenso processo de urbanização – que implica na inclusão, no mercado consumidor local, de grandes contingentes populacionais que antes produziam para o próprio sustento.

“Muitas empresas estrangeiras estão investindo para atender a esses novos consumidores com produtos como celulares”, disse Thunstrom.

A produtora de bebida Diageo e a rede Walmart estão entre as empresas que recentemente entraram na Etiópia de olho nesse mercado. E países como Angola, a Nigéria e o Quênia também têm atraído investimentos desse tipo.

“E esse perfil populacional também significa um suprimento de força de trabalho barata para indústrias que resolvem se instalar nesses países”, disse à BBC Brasil Flan Oulaï, especialista em Africa da consultoria PriceWaterhouseCoopers (PwC).

Calcula-se que em 30 anos a África terá uma população economicamente ativa maior que a China. E os salários africanos também tendem a ser mais baixos.

Populações locais

Uma das grandes incógnitas em relação à nova onda de investimentos na África, porém, é quanto desses aportes estão de fato beneficiando as populações locais.

No passado, companhias europeias exploraram os recursos naturais do continente sem grandes preocupações com essa questão.

Para Oulaï, porém, não há dúvida de que hoje o perfil dos investimentos é diferente. Primeiro porque as próprias multinacionais e países estrangeiros teriam mudado de atitude.

Depois, porque haveria muito mais pressão dos governos locais para que tais empresas contratem mão de obra local, promovam algum tipo de transferência tecnológica e reinvistam no continente parte dos ganhos obtidos em seu território, segundo o consultor.

“As lideranças africanas estão mais cientes de que, para fazer as economias locais deslancharem, precisam desenvolver sua própria capacidade produtiva”, afirmou o consultor.

Oulaï acredita haver fortes indícios de que o crescimento africano é sustentável.

Já Kanza e Saraiva são mais céticos e citam algumas vulnerabilidades que podem tornar-se empecilhos para o crescimento do continente no longo prazo.

“É pouco provável que os países do continente consigam manter no longo prazo os níveis de expansão que tanto animam investidores sem investir em educação e resolver rapidamente alguns nós de infraestrutura básica – ou sem promover uma diversificação de suas economias, hoje ainda bastante dependentes de recursos naturais e agricultura”, disse Kanza.

Para Saraiva, apesar de o perfil de muitos investimentos de fato ser diferente da simples exploração de recursos naturais do passado – com mais geração de emprego para os africanos – ainda é preciso tempo para se ter certeza que (os investimentos) farão a diferença para grandes parcelas da população local, em vez de apenas enriquecer uma elite africana.

Muitos dos países que estão despertando o interesse dos investidores ainda estão entre os mais pobres do mundo. E problemas como instabilidade política e burocracias kafkianas não sumiram da noite para o dia simplesmente por que as narrativas sobre o continente mudaram.

“Os riscos e custos relacionados a questões como corrupção, mudanças políticas bruscas e precariedade logística ainda estão lá. Mas as empresas estrangeiras podem elaborar planos realistas de investimentos que coloquem tais custos na conta e mitiguem os riscos”, disse Oulaï.

Notícia da BBC de Londres

Morgan Freeman protesta contra o racismo


O ator americano Morgan Freeman, reconhecido mundialmente como ativista contra a discriminação racial, afirmou que o preconceito “continua vivo” em seu país, apesar de acreditar que seja uma questão de tempo para que isso “passe”, disse em entrevista à AFP.
Morgan, 74 anos, escolheu viver no Mississipi – um dos estados mais violentos durante a época da segregação racial americana -, apesar de toda a sua pompa: cinco indicações ao Oscar, um salário astronômico, e a admiração de cineastas, que permitiriam a ele viver em um palacete nas colinas de Beverly Hills.

Em Clearwater, balneário próximo a Tampa (Flórida, sudeste), onde promove o filme “O Golfinho”, Freeman acredita que, como na maioria dos estados do sudeste, no Mississipi ainda há discriminação racial, e que isso o faz manter os pés no chão.
“O racismo continua vivo neste país, não apenas no sudeste”, disse o vencedor do Oscar em 2005 por “Menina de Ouro”. E lembra que na cidade onde vive, Charleston, “ainda agora, as crianças brancas e negras não estão autorizadas a se juntar”.

Ao contar que até poucos anos atrás os estudantes secundários não podiam fazer uma mesma festa de formatura interracial, o ator revelou que “já não é assim agora, mas isso não quer dizer que as crianças estejam autorizadas a se misturar, a brincar, a sair juntas entre elas”, afirmou.
Em 2008, Freeman ofereceu pagar a festa de formatura dos alunos de uma escola secundária de Charleston, caso aceitassem se integrar. A maioria aceitou a condição, pela primeira vez na história desse colégio. Mas um pequeno grupo de crianças brancas, na maioria pressionadas por seus pais, decidiu fazer uma festa privada sem colegas afroamericanos.
A história inspirou o documentário “Prom Night in Mississippi”, de 2009.
“Talvez sejamos o único país que foi à guerra por isso. Não pelo território, mas sim pelo direito a manter os negros na escravidão. É algo econômico”, sustentou o ator.

“Para manter qualquer humano em uma situação assim, você precisa reduzir esse ser humano a algo menor que um humano. E isso leva muitas gerações para apagar essa ideia”, completou o chofer de “Conduzindo Miss Daisy” (1989).

Patrice Motsepe, o bilionário


Patrice Motsepe, de 47 anos, nasceu em Soweto, venceu as limitações do apartheid e conseguiu prosperar no ramo da mineração, a ponto de se tornar o primeiro negro bilionário da África do Sul. No último ranking de fortunas globais da revista americana Forbes, ele surge com um patrimônio de 1,3 bilhão de dólares.

Motsepe ergueu do nada a African Rainbow Minerals (ARM), um dos maiores conglomerados de mineração da África do Sul, com quase 10 000 funcionários, participação em mais de 20 minas de ouro, ferro, platina, carvão e cobre e faturamento anual superior a 1 bilhão de dólares. A ARM tem capital aberto e Motsepe controla 41% das ações a partir da empresa, localizada no bairro de Sandton, a Wall Street da África do Sul. Embora tenha orgulho de sua trajetória de self-made man, Motsepe não gosta de falar sobre o passado em Soweto.

Filho de um comerciante e de uma enfermeira, Motsepe nasceu em Soweto e, ainda pequeno, foi viver com a família em outro subúrbio numa área rural da cidade de Pretória, a 60 quilômetros de Johannesburgo. A mudança ocorreu porque seu pai, um ferrenho opositor do apartheid, começara a incomodar o governo, que resolveu bani-lo de Soweto. Patrice, o primeiro nome de Motsepe, é uma homenagem a Patrice Lumumba, um dos líderes negros na luta anticolonial do continente. Em Pretória, Motsepe e os seis irmãos ajudavam o pai em sua pequena venda local. Na juventude, ele recusou o pedido do pai para assumir os negócios e ingressou na faculdade de direito. Como as boas universidades da África do Sul eram proibidas para os negros, Motsepe se mudou para a Suazilândia, um pequeno país vizinho, onde frequentou a faculdade local.

Já formado, começou a trabalhar no Bowman Gilfillan, um dos maiores escritórios de advocacia da África do Sul. Nos anos 90, com o fim do regime segregacionista, tornou-se o primeiro sócio negro da empresa. Sua entrada no ramo de mineração começou a tomar forma ainda quando era advogado, trabalhando com a legislação do setor. Nessa época, durante uma viagem ao Canadá, em 1992, Motsepe visitou uma mina pequena, de baixa escala, muito mais eficiente do que as grandes operações comuns na África do Sul. “Voltei ao meu país determinado a fazer algo parecido”, diz. Em 1994, quando Nelson Mandela tomou posse como presidente, Motsepe deixou a advocacia para tentar a sorte no ramo da mineração. No início, ele visitou empresas de mineração do país, pedindo a elas que vendessem a ele minas pouco lucrativas. “Por dois anos, eles me mandaram embora, dizendo que eu não sabia nada do negócio”, afirma. Seu primeiro passo no setor foi o contrato de prestação de serviços para uma mina de ouro da empresa inglesa Anglo American.

Em 1997, Motsepe começou a se mexer para comprar as próprias minas. O momento era favorável: o preço do ouro caía e a moeda local, o rand, se fortalecia. Com isso, grandes mineradoras estrangeiras, como a Anglo American, queriam vender ou fechar as escavações não produtivas. Na mesma época, o governo sul-africano pressionava as multinacionais a dar maior participação aos negros nos negócios. A Anglo American então fez um acordo no qual transferiu para Motsepe a posse das minas de baixo desempenho que a empresa não queria, sob condições financeiras favoráveis (ele só pagaria com os lucros futuros). Era fundada a ARMgold (ARM são iniciais de African Rainbow Minerals e o arco-íris do nome homenageia a diversidade de etnias do país). A mina deu lucro, ele pagou rapidamente sua dívida com a Anglo American e a ARMgold tornou-se o embrião da atual ARM.

Em 2007, o boom das commodities dobrou o preço das ações da ARM e elevou a fortuna de Motsepe a 2,4 bilhões de dólares. No ano fiscal que se encerrou em junho de 2008, as vendas da empresa dobraram de volume, atingindo 1,6 bilhão de dólares. Com a crise, os resultados de 2009 pioraram. A empresa faturou 1,3 bilhão de dólares nos 12 meses terminados em junho de 2009 (queda de 20%). “Apesar do impacto da crise, nossos fundamentos são firmes e continuamos investindo para crescer no futuro”, diz Motsepe. Um dos novos negócios tem como sócia a brasileira Vale. Em março, as duas empresas criaram uma joint venture para explorar minas na África.

Aliko Dangote: o homem mais rico da África


 

 

O empresário Aliko Dangote, dono da maior fabricante de cimento da África, é uma celebridade na Nigéria, seu país de origem. Presença frequente em programas de TV e nas páginas de jornais e revistas, Dangote é a maior estrela de palestras em escolas e universidades.

Seu público preferido são os jovens — sempre vistos por ele como empreendedores em potencial. Nas suas aparições, hipnotiza a audiência com discursos sobre como ganhar dinheiro. É uma espécie de guru motivacional ambulante numa cruzada “quem quer ser milionário”.

 

A seu favor, tem mais do que dotes de oratória e carisma ­— ele tem uma história incrível para contar. De acordo com a revista americana Forbes, Dangote é o homem mais rico da África — com uma fortuna estimada em 13,8 bilhões de dólares.

“Graças aos avanços da comunicação e da tecnologia, a juventude de hoje tem melhores oportunidades do que minha geração teve e, por isso, tem o dever de fazer a diferença no desenvolvimento do país­.”

Essa é uma das frases prediletas do empresário citada no recém-lançado livro Dangote’s Ten Commandments on Money (“Os dez mandamentos de Dangote sobre o dinheiro”, numa tradução livre), do jornalista nigeriano Peter Anosike.

Excluindo-se tiranos africanos há anos no poder com fortunas de extensão desconhecida, Dangote foi quem mais ganhou dinheiro na onda de crescimento acelerado da última década no continente mais pobre do planeta.

O Grupo Dangote, que faturou um re­corde de 3 bilhões de dólares em 2010, foi fundado por ele graças a um empréstimo recebido de um tio no final da década de 70. Para os padrões africanos, é um privilegiado. Seu bisavô materno, um comerciante, era considerado um dos homens mais ricos da África quando morreu, em 1955.

Ainda que tenha nascido numa família abastada, Dangote deu início à sua trajetória empresarial de forma alegadamente modesta. Aos 24 anos, abriu uma pequena trading de açúcar e produtos alimentícios.

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