Porsche exclusivo, aceito troca


Em 2002, conheci na Alemanha, Harm Lagaay que naquela época era o chefe do departamento de design da Porsche. Ele era conhecido como o “pai” do Carrera GT, do Boxter, do Cayenne e claro do 996, mas também do BMW Z1, entre outros.Durante a conversa, mencionei que iria comprar um Porsche, ele me disse que na fábrica havia um “996 diferenciado” e que eu poderia adquiri-lo. Fui para Stuttgart e  me mostraram um 996 lindíssimo que, à primeira vista, parecia uma mistura entre o Turbo e o GT3.

Era um dos primeiros 3.6 que serviu de base para um estudo em comemoração aos 40 anos do 911. As entradas de ar frontais e os faróis eram do Turbo, os laterais e a largura dos eixos do GT3, rebaixado às dimensões do GT3 RS, as especificações do motor do GT3 com câmbio mecânico, no interior full opcionais inclusive alguns que nunca passaram para a produção de série. Outro detalhe interessante: pela primeira vez, a Porsche estava usando peças da Techart. A cor “racing green” era para lembrar as vitórias de alguns supercarros de 1963.
Naquele momento,  o Lagaay, que é holandês, estava sendo contestado pelos puristas alemães da Porsche,  por suas opções de design, particularmente em relação aos faróis “ovo frito” do 911. E, neste contexto, o “racing green” terá chocado ainda mais os puristas que viam naquela cor algo tipicamente inglês. Resumindo, ou comprava o carro ou ele seria  “reciclado”. Em 2003, após muitos conflitos, Harm Lagaay saiu e a Porsche fez uma miniprodução de apenas 1963 carros que tiveram como base o 911 que eu havia comprado, com duas diferenças assinaláveis: a cor era cinza em vez de “racing-green” e com menos potência. O modelo é conhecido como o “Porsche 996 Jubileum 40 Jahre 911”.
(Acesse: http://www.etusivu.info/Porsche-911-Carrera/porsche_911_carrera_coupe_40th_anniversary.htm).
Quando comprei o carro, a Porsche colocou algumas restrições e limitações,  a primeira revisão só poderia ser feita na própria fábrica e  recebi o DUT após  três anos da compra, entre outras imposições. Rodei muitos quilômetros na Alemanha, com as revisões feitas por lá e o carro está impecável. Em 2008, o trouxe para o Brasil, onde  rodei apenas 5 mil quilômetros.
Acompanha carta e documentação da Porsche atestando que o veículo foi modificado pela fábrica e que se trata de um dos primeiros 3.6 produzidos. Acompanha também livro de revisões, nota fiscal da última revisão na concessionária, manual do proprietário, três chaves e carregador estacionário.

Estudo troca por outro carro, lancha ou imóvel.

Contato: giovanellahuxler@hotmail.com
Condições do automóvel
O carro se encontra em  estado de zero quilômetro, tal como nas fotos. Dias antes de colocar o carro no container para o Brasil, foi feita uma revisão geral detalhada na Porsche da Europa: entre muitas coisas, pedi para colocar uma embreagem nova, uma correia de alternador nova e um conjunto de pneus novos Pirelli P Zero (acompanha nota fiscal da concessionária). Depois que o carro chegou ao Brasil, só rodei 5.000 quilômetros.

Documentação
Como pode ser observado nas fotos, o carro está com placas azuis ou diplomáticas. Isso quer dizer que posso vender o veículo três anos após  sua entrada em território brasileiro. Como o carro entrou oficialmente no Brasil em dezembro de 2008, em dezembro próximo ele estará liberado, isto é, isento de impostos e pode ser vendido sem ônus a qualquer pessoa no mercado brasileiro. A documentação está completa, tem DUT nacional, Certificado de Registro Nacional, plaquetas e os números gravados nos vidros. Em dezembro  as placas azuis serão entregues ao DETRAN e  substituídas por placas cinzas com os mesmos números, só tendo a cor alterada.

Esta informação sobre carros diplomáticos pode ser conferida na Alfândega do aeroporto de Brasília,  no site (http://www.receita.fazenda.gov.br/scripts/srf/enderecos/endereco.asp?unidade=1000007),     ou telefone (61  3365- 1367).

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